Já disse o quanto eu gosto de verde?
Ok, lilás também, mas verde é minha cor preferida.
Há tantos tons e possibilidades, se eu não me controlasse teria apenas roupas e acessórios verdes.
Cor da esperança, das verdeuras, dos olhos bonitos (apesar da minha cor de olhos preferida ser o azul-escuro-acinzentado - feito olho de bebê quando nasce...), cor de água, cor de selva, de mato de relva, de bandeira, e do lápis de cor preferido durante minha infância: o verde água; ele sempre acabava primeiro que os outros.
Olha ele aí... usava geralmente para fazer as roupinhas das meninas que desenhava...
Na falta de um exemplo melhor... seria este, porém, mais escuro um pouquinho...
Em homenagem ao blog da Bia.... Meu look verde. Eu deveria usar: cinema matinê de domingo.
"Agir, eis a inteligência verdadeira. Serei o que quiser. Mas tenho que querer o que for. O êxito está em ter êxito, e não em ter condições de êxito. Condições de palácio tem qualquer terra larga, mas onde estará o palácio se não o fizerem ali"?
Após anos mentindo para mim mesma sobre quanto eu calço, resolvi me libertar do trauma de não ser Cinderela. Ora, se não ela, restam as irmãs pestes e a madrasta má. A fada madrinha não conta, ela tem uma varinha mágica e voa, não precisa andar. Logo, permaneci, frente ao meu discurso, desde os 15 anos, no 39. Ai de quem dissesse o contrário.
Engraçado, as lojas mal vendem 40, mas se vendem, das duas uma: ou ele permanece apertado (principalmente se for calçado fechado) ou são modelos para senhoras acima dos 60 - o que não é meu caso! E eu quero ser a princesa de algum conto de fadas! Tudo bem que lançaram a Fiona... mas ela anda descalço, poxa! As ogras também têm vaidade! E se é do gênero feminino, não adianta, adora sapatos!
Assim, graças à nossa querida Wikipédia, descobri que o conto de Perrault, de 1697, foi baseado em um conto chinês. China - pés - chinesas que amarravam com faixas seus pés para que permanecessem pequenos... ham? ham? Matou a charada?! Esse conto é de 800 a.c!!!!! Hora de atualizar estes números, meu bem! Da mesma forma que há séculos as corpulentas é quem "enchiam uma cama", ao passo que hoje o negócio é virar cabide.... eu proponho o reajuste do sapado da Cinderela:
A CINDERELA MODERNA CALÇA41. Obrigada.
Fato é que sapatos legais, modernos, liiiiiiiiiindos de morrer e parcelar no cartão a perder de vista, ou é por encomenda (que fica beeem mais caro), ou é por sites especializados...mas mesmo assim, nunca perdi sono por nenhum modelo...a maioria é mais ou menos, sem graçinha, beirando o mais ou menos... triste.
De qualquer forma, como ainda somos minorias, ao que parece, não compensa investir.
Resta babar em alguns modelos com os quais gostaria de dançar nos grandes bailes reais da vida! rs
Há sim open boots tamanho 41...mas elas não são escândalos como gostaria...
Com meus 1.70 tenho 16 centímetros de salto pra ficar do tamanho do Bem...rs
Fazer dieta durante três semanas e emagracer um quilo.
Comer uma quantidade muito menor durante estes dias e muito menos do que é realmente gostoso e ainda assim perder só um quilo.
Caminhar durante a primeira semana, acelarar na segunda, correr na terceira e só emagracer um quilo.
Meu amor essa é a última oração
Pra salvar seu coração
Coração não é tão simples quanto pensa
Nele cabe o que não cabe na despensa Cabe o meu amor!
Cabem três vidas inteiras
Cabe uma penteadeira
Cabe nós dois Cabe até o meu amor, essa é a última oração
Pra salvar seu coração
Coração não é tão simples quanto pensa
Nele cabe o que não cabe na despensa Cabe o meu amor!
Cabem três vidas inteiras
Cabe uma penteadeira
Cabe nós dois Cabe até o meu amor, essa é a última oração
Pra salvar seu coração
Coração não é tão simples quanto pensa
Nele cabe o que não cabe na despensa Cabe o meu amor!
Cabem três vidas inteiras
Cabe uma penteadeira
Cabe essa oração
Estalou, ontem, mais precisamente às 21h, uma vontade de importar este corte de cabelo... na verdade, acho que o relógio biológico do meu corpo desperta pra isso de 3 em 3 anos... de cabelos looooooongos para um curtinho bem moderno.
Interessante...rsrs
Obs:E não é que a Sandy passou a lua de mel dela na Escócia???
E não é que a danada da Senhora Cegonha me deixou cair no lugar errado? Nada fez tanto sentido quanto, ontem, buscando um tom de vermelho para o meu cabelo (se um dia tiver coragem de deixar de ser loira depois de uma vida inteira) a revelação aconteceu: eu deveria ser escocesa.
Juntando as peças:
1- Filme preferido: Coração Valente (Não que seja o melhor filme do mundo, mas eu adoooro assim mesmo).
2- Clima preferido: Chuva, neblina e frio.
3- Músicas que escuto: (Sou eclética, ok -bastante - mas escuto, poxa e gosto muito!) New Age, Loreena Mcknitte, que apesar de ser canadense, tem descendência escocesa e irlandesa tem um estilo céltico nas suas músicas (Tenho o cd The mask and the mirror), The Corrs - banda de "folk rock celta", são irlandeses (O cd unplugget é o melhor deles, na minha opinião) - não são escoceses, mas a música tem origem nórdica...
4- Autor preferido: Bernard Cornwell (Só deixei meu Digníssimo escolher Bernardo para o nome do nosso filho, porque: 1- o significado é "forte como um urso", 2- é de origem nórdica e 3- pelo autor; que usa países como escócia, Londres e Irlanda para travar batalhas épicas.
Deste box eu li só dois dos quatro....falta ânimo e tempo para os outros dois.
5- Cor de cabelo preferida no mundo todo: Vermelho ferrugem ou VERMELHO ESCOCÊS!
O professor Jonathan Rees da Universidade de Edimburgo, em sua aula inaugural na Faculdade de Medicina da instituição, disse que um único gene, carregado por até 40% dos escoceses, foi o responsável por cabelos ruivos.
6- O fato de sempre ter amado castelos e as suas histórias conta?
Viu? Eu deveria ou não ser escocêsa e ruiva???/ rsrsrsrs
Pergunto: se eu desejar muito, mesmo, e pedir às estrelas cadentes que vejo pela janela do meu quarto, à vezes, será que determinação e força de vontade cái no meu colo e eu consigo estudar?????
Iheardthesamesad songover and over again I visitedtherooms of thehousethe sameway NothingwasdifferentasIwalked Amongtheweaknessandagitationofmyinner world I feltthecold floortoremindtheliving skin
Therewas nocomfortoracceptancein the airthathungaround the room Anesthesia, orrecognizemy soulorfledfromme WhenI was youngerwomenandmenwhocouldbehavein mybody Istilldragged myselfaroundwhatwas leftofdignity Nothingwasa bargaining chip
There wastheasphalt Thecomputer The soundofcelloplayinginthe background Neitherdeafnorblind I turnedaroundandwanted tosleep
Dia bom, no fim das contas Hora de contar o que não foi lastimado Dizer coisas dóceis Afagos inesperados Sem esperar a tempestade, porque certamente ela virá Então que ela ocupe menos espaço do que o necessário Faltou chuva pra cantar sorrindo boba É mais difícil repelir pensamentos egoístas Uma vitória por vez Não que ela não mereça ser comemorada É o que tenho feito Até o próximo tombo Mas este também não ocupara mais espaço dentre as minhas preocupações do que o mínimo necessário. Deixo assim a música ditar o tom certo pro meu agora.
Haja o que houver
Eu estou aqui
Haja o que houver
espero por ti
Volta no vento ô meu amor
Volta depressa por favor
Há quanto tempo, já esqueci
Porque fiquei, longe de ti
Cada momento é pior
Volta no vento por favor...
Eu sei quem és
pra mim
Haja, o que houver
espero por ti...
Há quanto tempo, já esqueci
Porque fiquei, longe de ti
Cada momento é pior
Volta no vento por favor
Eu sei quem és
pra mim
Haja, o que houver
espero por ti...
Sai de si Vem curar teu mal Te transbordo em som Poe juizo em mim Teu olhar me tirou daqui Ampliou meu ser Quero um pouco mais Não tudo Pra gente não perder a graça no escuro No fundo Pode ser até pouquinho Sendo só pra mim sim
Olhe só Como a noite cresce em glória E a distância traz Nosso amanhecer Deixa estar que o que for pra ser vigora Eu sou tão feliz Vamos dividir
Os sonhos Que podem transformar o rumo da história Vem logo Que o tempo voa como eu Quando penso em você
Olhe só Como a noite cresce em glória E a distância traz Nosso amanhecer Deixa estar que o que for pra ser vigora Eu sou tão feliz Vamos dividir
Os sonhos Que podem transformar o rumo da história Vem logo Que o tempo voa como eu Quando penso em você
Já não aspiro pelos suspiros de outrora Agora são as horas contando a meu favor Pondo os pés com dedos longos em terra firme E me despindo de todo o torpor que a vontade encerra.
Faço-me de quem não era Permaneço de pé diante da fera que há em mim Respirando fundo o ar gélido que treme a alma E colorindo com cores novas o meu mundo novo.
Temo o medo dos que não ponderam E enxergam tarde demais o que por si passou Mas se não desta forma como correm os carros nas ruas De vias nuas não se constróem os arranhas-céus.
E tudo é caos.
Com intervalos de sopro na ferida
recente para deixar que ar entre nos pulmões.
E caos novamente.
Pilhas de roupa no sofá da sala
esperando que a o cheiro de fumaça e óleo
do incêndio na cozinha dissipe-se.
Saídas durante as noites-muitas- seguidas
e espera, e sozinho,
e vazio e só me deito quando chegar.
Filme de amor para acalmar.
Caos novamente.
Briga da semana para não perder o costume,
e o azedume matinal para variar.
Vontade de tudo novo. De novo.
Mas vai passar.
Até que o caos se instaure novamente.
Música clássica Crianças sofrendo Filmes de amor TPM Brigas Constragimentos Festa surpresa Pessoas que conquistam seus sonhos Meu filhote com farpa no pé
Parede infiltrada: 1 Infiltração com goteiras do anda de cima: 2 Acessórios do banheiro quebrados: 3 Armário com cupim: 1 Mesa com cupim: 1 Sofá estragado e com cupim: 1 Ventiladores que não funcionam: todos os 4 Descarga que vaza água: 1 Vaso sem funcionar: 1 Pia da cozinha descolada: a única que tenho Paredes precisando de pintura: todas Cozinha que pegou fogo: 1 Panelas no lixo depois de carbonizadas: 3 Gesso quebrado e preto pelo incêncio: a voltinha do teto inteira Tampa do fogão estourada: 1 carro batido: duas vezes carro estragado: muitas outras Auto-estima a recuperar: 2 Kilos a eliminar: 50 Vida romântica: em falta Vida social: inexistente Idade do baby: 2 anos e 7 meses
Sabe aqueles momentos que antecedem a tempestade? Ventos fortes, portas batendo, relâmpago, a luz vai acabar, poeira, cisco nos olhos, folhas caídas, zuuummmm, zuuuuuummmmmm, dia menos claro, tira o computador da tomaaaaaada!, a geladeira também, desliga tuuudo!
Estou sem saber se minha vida está presa neste momento, desde que eu me tornei mãe, dona de casa e mulher no mesmo dia; ou se estou no olho do furacão prestes a experimentar a bonança. Acho que no fim das contas, fico presa a esta dúvida desde que saí da casa da minha mãe.
Não tenho mais a fome dos que crscem descompassadamente. Tenho fome. Pelo mais calórico, o mais prático, o mais cômodo. Estar alheio, comer sem que me percebam lá. As vezes isso, outras nem tanto. Essa busca de tudo no canto mais confortável do sofá azul.
Não sei se devo. Temo pela parte de mim que não devo ser. Aquela refém das vontades, dos impulsos, dos desejos. Tento não pensar nela. Ligar-me desta maneira faz com que a mulher sinta o aroma da oportunidade. Porque ela me espreita, ela observa minhas escolhas. Se não sou, Toda rima é ponto. Cada tom é desafino. O que enfeita segue esvaindo-se e embaçando o espelho. Tudo é pouco e insufuciente pra urgência que ela impõe. Feito álcool, tabaco e cocaína. Sou a Jean dos meus dias. Mutante, inconstante, multipolar. Um dia por vez. Qual delas escuto? Quem eu serei no próximo minuto?